sábado, 11 de julho de 2009

Orixás...





Fonte: You Tube

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Confraternização do Odun de 50 anos da Egbomi Ana Laura de Ogum

O Ilê Axé Oxumarê, o Núcleo Afro da Policia Militar do Estado da Bahia, o Núcleo de Gênero e Raça Oxumarê tem a honra de convidar V.Sª para participar do almoço de celebração e confraternização do Odun de 50 anos da Egbomi Ana Laura de Ogum, junto com o Comando Geral da Policia Militar à realizar-se no próximo dia 12/07, este evento tem em seu objetivo principal à preservação, equidade e sociabilidade das religiões de matriz africana, bem como fortalecer o poder feminino das Mulheres de Axé e sua ancestralidade, empoderando através de seus talentos. fazer com que reescrevam a história que não contam, mas que foram esses alicerces femininos os quais sustentaram e desenvolveram esta nação afrobrasileira.


Local : Ilê Axé Oxumarê - Avenida Vasco da Gama, 343 - Em frente a Perini
Acesso Federação: Rua Pedro Gama, 65 - Final de linha da Federação - Rua da Radio Transamérica
Horário: 13 hs
Contatos: 71 3237 2859, 9206 2587, 88114656, 8825 3142

Até lá!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Desrespeito ao Ilê Asipá


No último sábado a frente do terreiro Ilê Asipá, comandado por Mestre Didi, e localizado na Avenida Paralela em Salvador, ficou repleta de lixo.

De acordo com o alagbá, Geraldo Novaes, a empresa Realeza, que está envolvida com obras interditadas pela Justiça na área, foi a responsável pela sujeira.

“É uma profanação”, disse o alagbá. O aborrecimento causou um mal estar em Mestre Didi, que está com 92 anos.

O Ilê Asipá é voltado para o culto dos eguguns ou eguns, uma das vertentes das religiões de matrizes africanas mais fechadas em relação às informações sobre seus ritos.

Sei muito pouco sobre isso e confesso que nunca tive a oportunidade de conhecer o famoso Ilê Agbóulá em Amoreiras, na Ilha de Itaparica.

Uma das diferenças marcantes deste culto é o predomínio dos homens nas funções sacerdotais, diferente das outras tradições onde as mulheres ainda são maioria.

Artista plástico renomado, Mestre Didi também merece reverência no mundo das tradições afrorreligiosas. Tem prestado uma valiosa contribuição para o resgate das tradições dos povos iorubás tanto por meio da sua arte, como por meio dos seus escritos.

É filho biológico da famosa yalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá, Mãe Senhora, e Alapani, que é o mais alto sacerdote do culto aos ancestrais-egun. Mestre Didi tem também o títlo de Assògbá, o sumo sacerdote do cultos aos orixás ligados ao elemento terra. Para saber mais sobre Mestre Didi clique aqui.


Fonte: Mundo Afro

terça-feira, 7 de julho de 2009

Fio de contas

Foto: Fonseca

Fio-de-contas são colares normalmente feitos de miçangas coloridas de acordo com o Orixá, Inkice, Vodun, cada fio-de-conta tem um significado, através do fio-de-conta é que se pode saber o grau de iniciação de uma pessoa do candomblé, e a que nação pertence.
Nunca é feito com fio-de-nylon, é sempre feito com cordonê para absorver o axé do amassí e do abô feito de folhas sagradas a que é submetido e outros axés.
Pode ser chamado de fio-de-conta desde um fio único de miçangas até um colar com vários fios presos por uma ou várias firmas.
A quantidade de fios pode variar de uma nação para outra na correspondência de cargos, pode ser feito de gomos intercalados com firmas.
Na hierarquia do candomblé toda pessoa que entra para a religião será um abian e ficará sendo até que se inicie.

Tipos de fio-de-contas
"Ian, Inhã ou Yian"
- ao abian só é permitido o uso de fio-de-contas simples de um fio só, um na cor branco leitoso que corresponde à Oxalá, Lembá, Lissa, de acordo com a nação e um na cor do Orixá da pessoa quando já tenha sido identificado, dessa forma pode-se saber que a pessoa é um abian e qual é seu Orixá.
"Delogum ou Delogun" - ao Iaô é permitido usar o delogun que é um fio-de-contas formado por vários fios de miçangas (a quantidade de fios pode variar de acordo com a nação) tendo como fecho uma "firma" que pode ser africana ou nacional, também pode ter o fecho de búzios dependendo da nação e do Orixá/Nkisi/Vodun do Iaô.
Um egbomi usa colares de um fio só, com contas de cristal ou miçangas na cor do Orixá intercaladas com corais ou firmas africanas.
A posição de uso do fio-de-contas, também tem suas características próprias, o abian e o Iaô e os egbomis de santa mulher sempre usarão na posição vertical pendurado no pescoço. Já os egbomis de santo aboró poderão usar na transversal sobre um ombro só cruzando o abdomem.


Materiais usados para fazer o fio-de-conta
miçangas
contas de cristal
búzio
coral
coral da terra
azeviche
âmbar
prata
bronze
ouro


Tipos de fio-de contas
brajá
Humgebê
Lagdibá

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 30 de junho de 2009

Ossaim, o malabarista das folhas

- Filme do Canal Futura para o projeto A Cor da Cultura

Fonte: You Tube